Sunday, March 31, 2013

A travessia das cabras

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/jogos_online_travessia_cabras.htm

Jogo de raciocínio lógico, e estratégico. É Ideal para crianças maiores de 7 anos. O propósito final é simples. Um Pastor possui dois grupos de Cabras que precisa conduzir à margem oposta de um rio.

Serve para trabalhar Capacidade de Solucionar Problemas, Atenção, Senso de lógica, Senso direcional, Planejamento, Cálculo, Organização, etc.

Embora pareça coisa simples, exige muita atenção, concentração e criatividade.

Objetivo: Conduzir dois grupos de Cabras à margem oposta de um rio.

Como Jogar: Com o uso do Mouse.

Para iniciar o jogo clique inicialmente sobre a legenda: "START GAME" e depois sobre a legenda: "PLAY". Já no jogo, para reiniciar, aperte a "tecla F5."

Com o auxílio do Mouse, o jogador deverá clicar sobre qualquer um dos personagens para colocá-lo em cima da balsa. Para fazer a balsa andar clique sobre o LEME localizado no lado direito.

Instruções:
  1. A balsa só pode conduzir dois personagens, humanos/animais, ao mesmo tempo.
  2. A Cabra Negra não pode ficar sozinha com os filhotes de Cabra de cor branca, a menos que a Cabra Branca esteja presente.
  3. A Cabra Branca não pode ficar sozinha com os filhotes de Cabra de cor negra, a menos que a Cabra Negra esteja presente.
  4. O Lobo não pode ficar sozinho com nenhum dos animais, a menos que o Pastor esteja presente.
  5. Somente as Cabras adultas e o Pastor podem conduzir a balsa.
  6. Logo que, ou as Cabras adultas, ou o Pastor, estiverem à bordo da balsa, clique no LEME para que a mesma se ponha em movimento.

Sugestão: O educador pode avaliar o desempenho do aluno a partir da quantidade de movimentos que o mesmo executa antes de concluir A TRAVESSIA.

Pode ele também, por exemplo, solicitar que apenas um grupo de animais seja conduzido ao outro lado. 

Saturday, March 30, 2013

                                               PRINCÍPIO DA CASA OS POMBOS

                                                    ANÁLISE COMBINATÓRIA

O estudo da análise combinatória nos permite descobrir quais são as diferentes possibilidades de uma combinação de variáveis. Por exemplo, quantas placas de carro são possíveis de existir no sistema atual de placas brasileiro. Na maioria das vezes, não enxergamos todas as possibilidades.

Vejamos exemplos e explicações:


Ficou fácil né?!
Vamos falar de frações?
Fração é considerada parte de um inteiro, que foi dividido em partes exatamente iguais. As frações são escritas na forma de números e na forma de desenhos.
Vejamos uma mehor explicação criativa:

RAZÃO é uma forma de se realizar a comparação de duas grandezas, no entanto, para isto é necessário que as duas estejam na mesma unidade de medida.

A razão entre dois números a e b é obtida dividindo-se a por b. Obviamente b deve ser diferente de zero.

32 : 16 é um exemplo de razão cujo valor é 2, isto é, a razão de 32 para 16 é igual a 2.

Você só poderá obter a razão entre o comprimento de duas avenidas, se as duas medidas estiverem, por exemplo, em quilômetros, mas não poderá obtê-la caso uma das medidas esteja em metros e a outra em quilômetros ou qualquer outra unidade de medida que não seja o metro. Neste caso seria necessário que fosse eleita uma unidade de medida e se convertesse para ela, a grandeza que estivesse em desacordo.


PROPORÇÃO nada mais é que a igualdade entre razões.

Digamos que em determinada escola, na sala A temos três meninos para cada quatro meninas, ou seja, temos a razão de 3 para 4, cuja divisão de 3 por 4 é igual 0,75. Suponhamos que na sala B, tenhamos seis meninos para cada oito meninas, então a razão é 6 para 8, que também é igual 0,75. Neste caso a igualdade entre estas duas razões vem a ser o que chamamos de proporção, já que ambas as razões são iguais a 0,75.

TÁ DIFICÍL NÉ?! QUE TAL A VÍDEO-AULA? VAI AJUDAR MUIITO!


Vamos brincar com a matemática?? Apresentaremos para vocês agora um bingo que apresentamos na sala de aula. A atividade é indicada para alunos do quinto ano. Vejam e brinquem!


                                                                     BINGO MATEMÁTICO

 
Materiais utilizados:

- Cartelas de bingo diferenciadas com numerações de 0 a 50;

- Probleminhas matemáticos envolvendo soma e subtração, com os resultados de 0 a 50;

- Coroços de feijão ou milho;

- Um saquinho de pano;

- Números de 0 a 50.

 

Como jogar:

Colocar os números dentro do saquinho para fazer o sorteio de um número;

Ditar um problema matemático cujo o resultado seja o número sorteado;

 


Ex:

0 - Tiro 190 de 190. Que número tenho?

1 - Tiro 359 de 360. Que número tenho?

2 - Penso em um número, somo com 157 e obtenho 159. Que número pensei?

.

.

.

49 - Somo 36 com 13 e obtenho?

50 - Tiro 482 de 532. Que número tenho?

 

O aluno terá que resolver o problema. Se a resposta estiver correta, deverá marca-la na cartela;

O primeiro a completar a cartela, BINGA!

Quem aí adivinha qual foi a equipe vencedora da nossa sala?
Milena, Geane, Regina e Nivalda..Parabéns!!



Apresentamos um seminário no qual um dos temas foi: CONTEÚDOS E ABORDAGENS MATEMÁTICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL 1, vamos falar um pouco sobre o assunto?

Seminário apresentado em 18/02/2013

Apresentação formulada com base em questionamentos que buscaram estudar os desafios enfrentados pelos professores de matemática do ensino fundamental 1

O professor graduado em Pedagogia, para ensinar a Matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, enfrenta que desafios?

Para responder a essa pergunta, um dos objetivos do trabalho e da monografia apresentada, foi feita uma pesquisa com os Professores da Rede Pública Municipal de Rondonópolis – Mato Grosso, professores que atuam com o ensino da matemática nas séries iniciais.

Foi aplicado um questionário, feita uma entrevista, e os dados obtidos possibilitaram um diagnóstico acerca do assunto, informações gerais sobre os docentes envolvidos com esta disciplina e os desafios enfrentados por eles.

Fatos interessantes da pesquisa:

  • Existem docentes com outra licenciatura que não a pedagogia (embora as entrevistas tenham sido realizadas apenas com os pedagogos)
  • Quanto ao gênero, todos os pedagogos eram do sexo feminino, ou seja, pedagogas.

A pesquisa relacionou as falas dos sujeitos com a maneira como vem sendo organizada a formação matemática do pedagogo nos cursos de pedagogia de Mato Grosso.

Objetivo: promover sínteses construtivas que ajudem a elucidar quais são os desafios que o professor graduado em Pedagogia enfrenta para ensinar Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental.

Eixos de análise:

  • A formação do pedagogo
  • Processo Ensino/Aprendizagem
  • A atuação do pedagogo no ensino da matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental: Desafios e problemas enfrentados

 

Críticas das maiorias das professoras:

  • Carga horária insuficiente
  • Dicotomia entre a teoria e a prática
  • Distanciamento entre o que é abordado no curso de pedagogia e a realidade concreta da escola.
  • “O curso de Pedagogia em si, ele tem uma defasagem muito grande nesta questão de Matemática (...) não tem uma base teórica, nenhuma base para você estar trabalhando, (...) Falta realmente um tempo maior destinado tanto para Matemática como para outras disciplinas. (...) Só no terceiro ano um módulo é trabalhado e aí você tem muita coisa para ver e acaba vendo pinceladamente (...)”. (Professora Verde)
  • “(...) eu acho que no curso de Pedagogia tinha que ter uma mudança tanto em Língua Portuguesa como em Matemática. Eu acho que foi pouco, não lembro a carga horária, mas foi pouco e insuficiente (...) eram coisas muito fáceis que parece que preparava a gente só mesmo para vir para aquela alfabetização matemática que era uma coisa muito pequena, muito fácil. A gente tinha aquelas microaulas.” (Professora Vermelho)

 

O Processo Ensino-Aprendizagem

Concepção sobre a matemática/Importância atribuída ao ensino da Matemática:

“(...) uma ciência exata (...), por exemplo, 2+2 são 4 e acabou, não tem como dar 5. (...) Eles têm muita dificuldade de aprender a Matemática, por ser uma ciência exata. (...)” (Professora Verde)

“A Matemática é o dia-a-dia do aluno (...) ela tem importância fundamental na vida do aluno, no dia-a-dia, na convivência dele, nos horários.” (Professora Verde)

  • Tomadas de decisões sobre a seleção dos conteúdos a serem ensinados e das metodologias a serem utilizadas;
  • Contradição nas falas das professoras: Ciência Exata X utilizada nas ações do dia-a-dia;
  • Valorizar mais o processo do que o produto – mais importante que aprender é aprender a aprender: professor mediados entre o conhecimento historicamente produzido e o aluno.
  • Romper o ensino tradicional da matemática: tarefa difícil – o professor que foi educado para conceber a matemática como algo pronto tem dificuldade para vê-la como algo em construção.
  • Considerar conhecimentos prévios dos alunos
  • O ensino da matemática não deve ocorrer de maneira isolada, mas sim aliado a outras áreas do conhecimento.

“(...) eu não sou a favor de decorar e sim que eles construam (...) eu ensino o processo de construção”. (Professora Rosa)

Para a maioria das professoras, o conhecimento matemático deve ser ensinado na perspectiva da construção, de maneira lúdica, lançando mão do material concreto como ferramenta pedagógica para a construção dos conceitos matemáticos.

“(...) eu utilizo bastante material concreto com eles (...) com esse material eu consigo melhorar a aula do que só ficar naquela aula de giz e quadro, naquela aula expositiva (Professora Azul);  É mais difícil, é trabalhoso, mas eu acredito no lúdico (...) material dourado (...) Tangran (...) (Professora Amarelo);  (...) utilizo jogos, tabelas, material dourado. Eu procuro coisas concretas (...) (Professora violeta). A professora Azul acredita que o aluno aprende com o lúdico: (...) com a ajuda do material concreto que, é primordial para a matemática, e com o interesse deles. (...) E acrescenta que é vivenciando, é mexendo com o material, é dessa forma que ele consegue se apropriar, ou levando aquilo para realidade.”